Riscos da desidratação no Verão

Desidratação

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Com a chegada do verão, as altas temperaturas e a exposição prolongada ao sol cresce o risco de desidratação.

Mais de 2,7 mil cidades sofrem com as recentes ondas de calor que trazem consigo a necessidade crucial de manter o corpo hidratado. A desidratação no verão é um problema sério que pode afetar a saúde de maneiras diversas. 

A desidratação ocorre quando o corpo perde mais líquidos do que os que são consumidos, afetando a capacidade do organismo de realizar funções vitais. Por isso, manter o corpo hidratado é um desafio que exige dedicação.

O nível de hidratação influencia diretamente na manutenção da saúde e até mesmo na regulação da pressão arterial. Por esse motivo, além de manter a ingestão de líquidos constante, também é fundamental dar atenção ao nível de insolação a que está exposto e outros detalhes .

Foto: Freepik.

 

Riscos para a saúde associados à desidratação

Como a desidratação pode afetar o organismo de indivíduos de todas as idades, entender como ela atua em nosso corpo pode auxiliar em sua prevenção.

Golpes de calor

A desidratação é um fator que contribui significativamente para o acontecimento de golpes de calor. Quando o corpo não consegue dissipar o calor de maneira eficaz, a temperatura interna aumenta rapidamente, levando a sintomas como febre alta, confusão e, em casos extremos, perda de consciência.

Idosos e crianças pequenas são especialmente vulneráveis a isso. Especialmente nesses casos, o problema tem potencial de tornar-se fatal.

Insolação

A condição aumenta o risco de insolação, caracterizada por uma elevação perigosa da temperatura corporal. Os sintomas incluem pele quente e seca, náuseas, confusão e, em casos graves, convulsões.

A insolação requer atenção médica imediata. Por ser um distúrbio que costuma ser agravado, pode desencadear uma enfermidade que leva à morte.

Problemas renais

Com o aumento da temperatura, muitos casos passam a ser considerados crônicos. Isso acontece quando o aumento de temperatura se mantém constante, levando à geração de problemas associados.

Essa situação sobrecarrega os rins, levando ao surgimento de problemas renais. A falta de líquidos pode resultar em concentração inadequada de urina, aumentando o risco de infecções do trato urinário e formação de cálculos renais.

Complicações cardiovasculares

Como falamos, a desidratação ainda pode afetar a pressão arterial. Consequentemente, há um aumento do risco de complicações cardiovasculares, incluindo desmaios e arritmias.

Para indivíduos com condições cardíacas preexistentes, a desidratação representa um perigo adicional. Nesses casos, é essencial monitorar a pressão e encontrar formas de prevenir a desidratação.

Foto: Freepik.

 

Como prevenir a desidratação no verão

Com o aumento das temperaturas, é essencial encontrar alternativas que auxiliem na prevenção à desidratação. Assim, o corpo se mantém hidratado e a saúde é garantida.

Hidratar-se

A principal maneira de prevenir a desidratação é manter uma hidratação adequada. Beba água regularmente ao longo do dia, especialmente em dias quentes ou durante atividades físicas intensas.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pessoa adulta deve beber diariamente em média 35 mL de água por quilo. Dessa forma, se ela tiver 70 Kg deve ingerir 2.450 mL, ou seja 2,45 litros, pois 70 x 35 = 2.450.

Se possível, evite bebidas com alto teor de cafeína ou açúcar. Esses líquidos, embora pareçam uma boa alternativa, podem contar com efeitos desidratantes que agravam o caso.

Monitorar sintomas

Esteja atento aos sinais de desidratação, como sede, boca seca, urina escura, tonturas e fadiga. Outros sintomas que também exigem atenção são a sensação de fome, mal-estar, fraqueza, sonolência, dor de cabeça e irritabilidade.

Diante do surgimento de qualquer um desses sintomas, pare imediatamente as atividades, busque um local fresco e reidrate-se. Lembre-se que nem sempre sentirá sede, então precisa desenvolver o autoconhecimento para reconhecer indícios.

Utilizar proteção solar

A exposição prolongada ao sol aumenta a taxa de transpiração, contribuindo para a desidratação. Use protetor solar, roupas leves e um chapéu para reduzir a exposição direta ao sol e minimizar o risco de desidratação.

Evite atividades intensas em horários de pico

Os horários de pico de calor, geralmente entre 10h e 16h, aumentam o risco de desidratação e outros problemas relacionados. Portanto, evite realizar atividades físicas intensas durante essas horas e opte por praticar exercícios pela manhã ou à noite, quando as temperaturas estiverem amenas.

Suplementação de eletrólitos

Em situações de calor extremo ou após exercícios intensos, considere a suplementação de eletrólitos para repor os sais minerais perdidos através do suor.

 

Se os sintomas de desidratação persistirem ou se agravarem, é crucial procurar ajuda médica imediatamente. A desidratação grave requer intervenção médica para reidratação intravenosa e tratamento adequado dos sintomas associados.

Desfrutar do verão requer não apenas cuidados com a pele e proteção solar, mas também uma atenção especial à hidratação. Os riscos da desidratação são reais e podem ter consequências sérias para a saúde.

Ao adotar práticas de hidratação adequadas e estar atento aos sinais, você pode garantir uma temporada de verão segura, saudável e cheia de momentos agradáveis ao ar livre.

O São Camilo é um Centro Hospitalar comprometido com a sua saúde durante todas as estações do ano.

 

E não esqueça: hidrate-se!

 

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